Vi esse termo ser usado esses últimos anos, e já tem gente na pesquisa.
Antes os casamentos eram “arranjados” e sendo assim nem precisava se preocupar em arrumar um marido ou uma esposa, mas agora com a necessidade da “alma gêmea” me parece que deixou as pessoas com tantas opções de relacionamentos que acabam as vezes sozinhas, ou com a sensação de sempre ter algo melhor em qualquer lugar do planeta.
Espero que logo isso se resolva e as pessoas entendam que encontrar o par ideal e saber que ele não é tão ideal assim, todas as pessoas possuem o lado bom e ruim, o lado de trevas e luz, e os defeitos e qualidades.
Quando nos tornarmos mais tolerantes com nós mesmos (exigir menos de nós tanta perfeição não exigiremos de um parceiro a perfeição, afinal nem temos ela mesmo) , ter um companheiro (a) vai ficar menos complicado.
Segue texto que encontrei em um Blog.
E vamos ai acompanhando as mudanças.
Sorte Sempre!
Karin Klemm

“Casar de papel passado”, como diria nossa avó, não é mais tão importante para as mulheres, dizem os especialistas. Juntar os “trapos” e morar junto sem oficializar a união é cada vez mais comum e resulta na mistura de namorado + marido, o “namorido”.
“As mulheres pensam mais ao invés de sentirem. A preocupação com a carreira as leva a ficarem mais racionais e este comportamento se reflete nas relações afetivas. Assim, querem testar antes para ver se vai dar certo”, diz a terapeuta de casais Cláudya Toledo.
Para a psicóloga Magdalena Ramos, as mulheres estão vendo que os casamentos não duram muito tempo. “Na geração anterior (de seus pais), já tinha muita separação, mas atualmente o número cresceu mais,” conta Magdalena.
A psicóloga também observa que os relacionamentos estão mais efêmeros e resolver se comprometer com o casamento é mais difícil. “Antes havia a crise dos sete anos de casamento, agora há a dos sete meses”.
Além disso, o casamento ainda é visto como esperança de realização pessoal. “As pessoas têm uma expectativa muito alta sobre o casamento e exigem muito do parceiro ou da relação, que termina desgastada.” Outra barreira é que as mulheres se relacionam com muitas pessoas e sempre fica a dúvida de que se pode conhecer outro. “As mulheres ficam com a sensação de que pode haver um melhor por aí”, afirma Claudya.
Serviço
Cláudya Toledo – terapeuta de casais
Tel.: (11) 5572-1857.
claudyatoledo@a2encontros.com.br
Magdalena Ramos – terapeuta de casais e professora da PUC
Tel.: (11) 3873-0017.
Fonte: Terra








