Índigos por Divaldo Pereira Franco


crianca-indigo.jpg  Como sabem estou em minhas pesquisas sobre índigos, sempre alguma coisa a mais para acrescentar estarei postando.

Sorte Sempre

Karin Klemm

Entrevista de Divaldo Pereira Franco ao Programa Televisivo – O Espiritismo Responde, da União Regional Espírita – 7ª Região, Maringá, em 21 de março de 2007.
Espiritismo Responde – Um de seus mais recentes livros publicados tem por título “A Nova Geração: A visão Espírita sobre as crianças índigo e cristal”. Quem são as crianças índigo e cristal?… Leia mais…
http://www.jornaldosespiritos.com/2007.3/atualidade25.htm

Anúncios

5 pensamentos sobre “Índigos por Divaldo Pereira Franco

  1. Senhor Divaldo:

    boa tarde,

    Gostaria de saber se posso incluir no blog que estamos formatando o texto de sua autoria que está no Livro abaixo:

    FRANCO, Divaldo Pereira. Homossexualismo, pág. 49/51. In: Laços de Família; entrevista com Divaldo Pereira Franco, no Seminário de Lançamento da Campanha “Viver em família” para o Estado de São Paulo. 6ª ed. São Paulo, U.S.E., 2000. 148 p.

    O texto é:
    Divaldo Pereira Franco
    Responde
    Como tratar o filho homossexual?

    P – Como tratar um filho homossexual? Devemos aceitá-lo, corrigi-lo, condená-lo, enfim, cercear a sua personalidade, quando ela seja inconveniente? Como pai espírita, principalmente, deve administra esse problema dentro do seu lar?
    Divaldo – Primeiro, temos o dever de acompanhar o filho desde a infância, para observar-lhe as tendências e os direcionamentos comportamentais. Muitas vezes, pais frustrados estimulam comportamentos equivocados na conduta sexual dos seus filhos: a mãe que esperava uma menina, e veio um menino; ela começa a vestir o menino de menininha, a transferir seus conflitos e irrealizações para o filho, ou o pai que desejava um filho varão para preservar o nome, e veio uma filha; ele passa a tratá-la como dureza, porque no inconsciente, está marcando esse espírito profundamente e submetendo-o a uma conduta de comportamento sexual que não harmonizará sua psicologia com sua anatomia.
    Se os pais, desde cedo, acompanharem o desenvolvimento emocional dos filhos, notarão as primeiras manifestações que os alertarão para o homossexualismo, que, afinal de contas, é uma experiência evolutiva no processo de desenvolvimento dos valores éticos do ser.
    O Espiritismo, de forma alguma, é contra a estrutura homossexual do indivíduo, não anuindo, porém com a pederastia, a entrega do homossexual aos hábitos e práticas perturbadoras, o que é muito diferente.
    A pessoa pode ter uma sensibilidade masculina num corpo feminino, porém não é necessário que tenha uma vida promíscua só porque existe esse choque entre sua psicologia e sua anatomia.
    Se os pais acompanharem o filho, ao chegar o momento em que a puberdade ensaia necessidades de inter-relacionamentos homossexuais, eles o advertirão, orientarão, mas não expulsarão o filho do lar. Aquele que tem o problema, é quem mais necessita de paciência e ajuda.
    Confunde-se, muitas vezes, a ajuda que se dá como anuência ou conivência com o erro. Ora, se o aflito, estando ao nosso lado, entrega-se a condutas reprocháveis, fora de nós, entregar-se-á à promiscuidade, à prostituição. Ao nosso lado, pelos menos, conserva o pudor, a dignidade, e menos se rende aos estados angustiantes do comportamento. Se o faz, os pais devem chamar-lhe a atenção, estabelecendo um código de ética enquanto permaneça no lar… A partir da desobediência desse compromisso, que assuma o seu próprio papel, vivendo a vida como lhe apraz.
    Os filhos não são dos pais e sim da Vida, como assevera Gibram Kalil Gibram, em O Profeta. Não educamos os filhos para nós.
    É comum um pai, uma mãe dizer: eu me decepcionei com o meu filho. Psicologicamente essa é uma postura equivocada e, espiritualmente, ainda mais o é. Educamo-los para eles mesmos, e deveremos dar-lhes a liberdade para viverem conforme considerem a melhor maneira de ser felizes.
    Antes, apresentaremos as diretrizes de paz, no entanto, a opção é deles. Não cabe, assim, aos pais detestá-los, expulsá-los do lar, por arroubos de pudor ferido, quando os filhos demonstrarem sua própria preferência sexual, fora dos padrões procriativos. Somos de parecer que o homossexualismo é uma experiência para o Espírito e não uma doença, como pretendem alguns estudiosos. Seja, porém, como for, o filho homossexual merece a necessita assistência, educação e amor.

    grato,
    Jurandi da Silva Pereira
    Resid.: kagoshima@bol.com.br
    Com.: jurandi@tj.rs.gov.br

  2. A pessoa pode ter uma sensibilidade masculina num corpo feminino, porém não é necessário que tenha uma vida promíscua só porque existe esse choque entre sua psicologia e sua anatomia.
    ãh? isso não é homossexualidade é trangenero. SEnsibilidade de outro sexo, não é a mesma coisa que sensibilidade do seu sexo e desejo pelo mesmo…só para esclarecer

Deixe um comentário

Faça o login usando um destes métodos para comentar:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s